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Curso do PPS teve aula de marketing político

 Dicas importantes de como apresentar-se ao eleitor, verbalmente ou pelos mais variados meios de comunicação, foram apresentadas pelo publicitário de Curitiba, Daniel Gutierrez, aos participantes do curso de formação política do PPS. Foi a quinta aula do curso, coordenado pelo deputado estadual Douglas Fabrício e realizado no Paraná Palace Hotel, em Campo Mourão. Gutierrez, que é especialista em Comunicação Política e Imagem pela UFPR, abordou sobre o marketing político. Uma das dicas, especialmente aos pré-candidatos ao Legislativo, é definir um público que pretenda representar.  “Quem fala pra todo mundo não fala pra ninguém. A campanha só será atraente com uma linguagem dirigida”, receitou Gutierrez, que já coordenou campanhas eleitorais e ministrou palestras em cursos de formação política da Associação de Câmaras de Vereadores do Paraná (Acampar).  O deputado Douglas Fabrício enfatizou a importância do tema e do curso aos pré-candidatos do PPS. “Recebemos informações preciosas do Daniel nesta área que comprovadamente influencia muito o resultado de uma campanha eleitoral”, ressaltou o deputado, ao lembrar que o curso é realizado sempre às sextas-feiras, voltado a preparar os pré-candidatos do partido.

Curso do PPS terá aula de marketing político nesta sexta

O publicitário de Curitiba, Daniel Gutierrez, será o palestrante do curso de formação política do PPS nesta sexta-feira (27), em Campo Mourão. O evento, coordenado pelo deputado estadual Douglas Fabrício, é dirigido especialmente aos pré-candidatos do partido de toda a região. Gutierrez, que é especialista em Comunicação Política e Imagem pela UFPR, vai abordar sobre marketing político. O palestrante tem um vasto currículo na área. Já coordenou campanhas elelitorais e ministrou palestras em cursos de formação política, inclusive na Escola do Legislativo (ELEG/PR) junto a Associação de Câmaras de Vereadores do Paraná (Acampar). “Esse assunto é muito importante para quem pretende disputar eleição e com sua experiência o Daniel dará uma grande contribuição com nosso curso”, enfatizou o deputado, ao lembrar que o curso conta com mais de 200 participantes. A aula desta sexta-feira será o quinto encontro do curso, que já abordou sobre legislação eleitoral, motivação e ética e liderança. “O PPS sempre teve a preocupação de formar seus líderes para oferecer sempre boas opções para o eleitor”, enfatiza o deputado Douglas.

Douglas crítica atraso nas obras do aeroporto de Campo Mourão

 

O deputado estadual Douglas Fabrício criticou nesta quarta-feira (25) o atraso nas obras de recuperação do Aeroporto de Campo Mourão, no Centro Oeste do Paraná. Citando reportagem do jornal Tribuna do Interior, o parlamentar lembrou que o aeroporto está interditado há 27 dias e que a paralisação vem causando sérios transtornos e prejuízos à população e empresários.

 O aeroporto foi fechado no dia 29 de março, após vistoria da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Na época, a prefeitura da cidade afirmou que os problemas estariam resolvidos em até uma semana. “É preciso que o problema seja resolvido o mais rápido possível porque está colocando em risco até a vida de doentes que precisam ser transportados com urgência para outras cidades”, disse.

Durante pronunciamento na Assembléia, o deputado também criticou as operadoras de celular no Paraná e sugeriu a realização de uma audiência para discutir os problemas técnicos das empresas. Recentemente, a Assembléia aprovou uma lei proposta por Douglas que obriga as empresas a cancelar com rapidez a assinatura dos chamados serviços periódicos, como assinatura de jornais e linhas de celulares, por exemplo.

“As operadoras são muito eficientes na hora de vender a linha de celular, mas depois prestam um serviço de péssima qualidade. E resistem quando o consumidor quer cancelar o serviço. Isso não pode continuar”, explicou. 

Ainda durante o pronunciamento, o deputado parabenizou a Fecilcam pelos 40 anos de fundação e o município de Quarto Centenário pelo 16ª aniversário.  

Correio do Litoral: Dividino mostra plano de trabalho e critica draga própria

O superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, apresentou na segunda-feira (23), o Plano de Trabalho e Programa de Expansão dos Portos de Paranaguá e Antonina na Assembleia Legislativa.

Entre as medidas previstas está o aumento da capacidade do corredor de exportação, com a modernização dos ship loaders e ampliação de armazéns de granéis.

Dividino disse que o porto já deu início à recuperação das defensas que protegem o cais na atracação e desatracação de navios.

Contra draga própria

Alguns deputados pediram explicações sobre a inclusão do Porto de Antonina no programa de dragagem que será iniciado nos próximos meses. Dividino informou que pela primeira vez de Antonina será contemplado no processo de dragagem e vai retomar a profundidade de 8,5 metros, fato que não ocorre há mais de uma década.

Questionado sobre a contratação de um serviço de dragagem, em vez da compra de uma draga, o superintendente explicou que nos custos de uma campanha de dragagem, o valor da draga corresponde a apenas 22% do total da obra. “Além do custo do equipamento, tem que se levar em conta os custos com revisões, pessoal para operar, docagem. Comprar uma draga não é rentável em nenhum cenário, mesmo se vendesse serviços de dragagem para outros portos”, disse.

O superintendente também prestou esclarecimentos sobre as medidas para resolver e reduzir as pendências trabalhistas; para aumentar a eficácia e a profissionalização dos quadros do porto; sobre projetos para garantir a eficiência da operação dos equipamentos portuários; modernização de equipamentos; projetos para reduzir a geração de resíduos; negociação com o governo federal para captação de recursos, entre outras questões.

Brasília – Após apresentar os esclarecimentos aos parlamentares, Dividino informou que a Appa apresentará o Plano de Trabalho na Secretaria de Portos (SEP) e na Agência de Transportes Aquaviários (ANTAQ), órgãos que estabelecem a política e a fiscalização do segmento portuário brasileiro.

Folha de Londrina: Desempenho do Porto esbarra na estrutura

O superintendente do Porto, Luiz Henrique Dividino, disse que o cais para atracação é deficitário
Curitiba – O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Tessuti Dividino, esteve ontem na Assembleia a pedido do presidente da CPI dos Portos, deputado Douglas Fabrício (PPS). Um dos aspectos que ele admitiu foi que há crescimento da exportação de todos os segmentos, mas a infraestrutura do porto não acompanha. Segundo ele, será necessária a modernização do cais para atracação. ''Hoje temos berços de atracação com 20, 40 e 60 anos'', disse.

Segundo ele, os investimentos previstos para os próximos quatro ou cinco anos são de R$ 2 bilhões, sendo metade da iniciativa privada. Dividino foi questionado sobre as ações trabalhistas que consomem R$ 50 milhões por ano. Outra crítica foi que os cargos comissionados representam 27% da folha de pagamento. Dividino comentou que a superintendência anterior teria tomado ações para resolver os problemas.

A dragagem também foi outro ponto questionado. Ele defendeu a contratação do serviço e não a compra da draga. Segundo ele, ficaria mais caro comprar o equipamento considerando os gastos com manutenção. Dividino não quis comentar a Operação Dallas, deflagrada em janeiro de 2011 pela Polícia Federal para investigar, entre outros pontos, o desvio de cargas no porto. Há cerca de 15 dias, foi detectada a falta de 1.800 toneladas de soja. A Appa abriu uma sindicância para apurar o assunto

Novas escolas terão ar condicionado, garante SEED

Todas as escolas que estão sendo construídas no Paraná vão contar com equipamentos de ar condicionado. E as instalações antigas que não dispõem do equipamento estão passando por reformas na parte elétrica para suportar a instalação dos mesmos. 

A informação é da coordenadora dos Núcleos Regionais de Educação do Paraná, Marise Ritzmann Loures, e do superintendente de Desenvolvimento Educacional, Jaime Sunye Neto. A coordenadora esteve nesta terça (24) no gabinete do deputado estadual Douglas Fabrício, na Assembléia Legislativa, para esclarecer uma indicação feita pelo parlamentar em agosto de 2011 que pedia que todas as escolas contassem com ar condicionado. 

Douglas explicou que o pedido de informação foi motivado na época pela reclamação de alunos de Goioerê, que sofrem com a falta de conforto nas salas de aula em dias quentes.     

Gazeta do Povo: Após 10 anos, Porto de Antonina terá processo de dragagem

O canal de acesso ao Porto de Antonina irá retomar a profundidade de 8,5 metros depois de 10 anos sem um processo de dragagem. Essa e outras informações do Plano de Trabalho e Programa de Expansão dos Portos de Paranaguá e Antonina foram apresentadas pelo superintendente dos portos, Luiz Henrique Dividino, nesta segunda-feira (23), em audiência na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

 

 

Dividino explicou que esta é a primeira vez que o Porto será contemplado no processo de dragagem, e que os trabalhos terão início já nos próximos meses. Apesar da retomada do fluxo de navios em Antonina neste mês, a dragagem é necessária em alguns pontos críticos do Canal da Galheta para evitar um novo rebaixamento. A última vez que o porto recebeu um serviço do gênero foi em 2002, quando o calado alcançava 15 metros na maré alta.

 

 

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) contratou a empresa DTA Engenharia, vencedora da licitação, para o serviço, que vai custar cerca de R$ 37 milhões e tem duração prevista de seis meses. O superintendente falou, durante a audiência, sobre a decisão de contratar um serviço de dragagem ao invés de comprar uma draga.

 

 

Segundo ele, entre os custos de uma campanha de dragagem, o valor da draga corresponde a apenas 22% do total da obra, e que há, além do custo com o equipamento, outros custos com revisões, operários e docagem.

 

 

Dividino explicou também aos deputados estaduais sobre o novo cronograma de atividades para a modernização e expansão das atividades portuárias de Antonina e Paranaguá. Entre as medidas previstas pelo superintendente está o repotenciamento da capacidade do corredor de exportação, com a modernização dos chiploaders e ampliação da armazenagem de granéis.

 

 

Após a audiência, a Appa apresentará o Plano de Trabalho na Secretaria dos Portos (SEP) e na Agência de Transportes Aquaviários (ANTAQ), que estabelecem a política e a fiscalização do segmento portuário do Brasil

Alep: Superintendente da Appa fala sobre ações e metas da atual gestão

Superintendente da Appa, Luiz Henrique Tessuti Divino.

O Poder Legislativo abriu o Grande Expediente da sessão plenária desta segunda-feira (23) para o superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Tessuti Dividino. O gestor apresentou aos deputados as metas e ações que pretende implantar para o desenvolvimento da autarquia. O espaço foi aberto ao superintendente após o convite formulado pelo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possíveis irregularidades na Appa, deputado Douglas Fabrício (PPS).

Dividino falou por mais de duas horas e respondeu questionamentos de vários parlamentares. Segundo o superintendente, o porto deve ser o cartão de visitas do estado e necessita de investimentos em infraestrutura e tecnologia, embora seja uma referência entre os portos brasileiros. “A função do porto é fazer a indústria chegar além mar. Precisamos investir em tecnologia para conhecermos a fundo o que podemos fazer. Ninguém tem a versatilidade do porto de Paranaguá. O problema é que estamos sucateados”.

O superintendente disse ainda que vem sendo feito uma levantamento para a reestruturação de equipamentos para atracação, além da remodelação do setor de exportação e na unidade de processamento de produtos para aumentar a velocidade de descarga, além da dragagem em Paranaguá e Antonina. Entre diversas indagações dos parlamentares, uma delas foi relacionada às ações trabalhistas que consomem do caixa do porto o equivalente a R$ 50 milhões por ano. “Existem muitos casos de desvio de função, de horas extras. É uma situação delicada. Estamos atuando neste sentido e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) está nos ajudando na reestruturação do quadro do porto”.

 

Ipem – Outra iniciativa anunciada pelo atual chefe da autarquia é a possibilidade de uma parceria com o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem), que vai auxiliar na quantificação das cargas. “Estamos pensando em colocar uma unidade do Ipem no porto. Esta será uma medida inédita e importante. Estamos aguardando a definição de viabilidade por parte do Ipem e tenho certeza que isso vai nos ajudar em muito”, analisou Dividino.

Para o presidente da CPI, Douglas Fabrício, a presença do superintendente no Legislativo foi extremamente esclarecedora e oportunizou aos deputados os questionamentos sobre a administração dos portos. Fabrício disse ainda que mesmo tendo assumido o cargo muito recentemente, o atual chefe da Appa mostrou profundo conhecimento da metodologia de funcionamento do porto e já iniciou uma série de importantes medidas de melhoria. “Ele trouxe uma série de informações para o futuro do porto e mostrou conhecimento, mesmo pelo pouco tempo à frente da superintendência. E também já mostrou que tomou decisões importantes, como a sindicância envolvendo recente denúncia de desvio de cargas. E buscou ainda o Ipem para uma parceria estratégica para sanar estes problemasAlep

Jornal do Estado: Superintendente da Appa aponta sucateamento

O superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Tessuti Dividino, afirmou durante a sessão de ontem da Assembleia Legislativa, que o sucateamento provocado pela falta de investimentos em administrações anteriores é o principal problema dos portos paranaenses. Dividino, que assumiu o cargo recentemente, foi até a Casa a convite do presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), do Porto, Douglas Fabrício (PPS).

 

Segundo o superintendente, o porto deve ser o cartão de visitas do estado e necessita de investimentos em infraestrutura e tecnologia, embora seja uma referência entre os portos brasileiros. “A função do porto é fazer a indústria chegar além mar. Precisamos investir em tecnologia para conhecermos a fundo o que podemos fazer. Ninguém tem a versatilidade do porto de Paranaguá. O problema é que estamos sucateados”, admitiu.
Segundo ele, vem sendo feito uma levantamento para a reestruturação de equipamentos para atracação, além da remodelação do setor de exportação e na unidade de processamento de produtos para aumentar a velocidade de descarga, além da dragagem em Paranaguá e Antonina. Entre diversas indagações dos parlamentares, uma delas foi relacionada às ações trabalhistas que consomem do caixa do porto o equivalente a R$ 50 milhões por ano.

 

“Existem muitos casos de desvio de função, de horas extras. É uma situação delicada. Estamos atuando neste sentido e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) está nos ajudando na reestruturação do quadro do porto”, afirmou.
Outra iniciativa anunciada pelo atual chefe da autarquia é a possibilidade de uma parceria com o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem), que vai auxiliar na quantificação das cargas. “Estamos pensando em colocar uma unidade do Ipem no porto. Esta será uma medida inédita e importante. Estamos aguardando a definição de viabilidade por parte do Ipem e tenho certeza que isso vai nos ajudar em muito”, explicou Dividino.

 

Para o presidente da CPI, Douglas Fabrício, mesmo tendo assumido o cargo muito recentemente, o atual chefe da Appa mostrou conhecimento da metodologia de funcionamento do porto e já iniciou uma série de importantes medidas de melhoria. “Ele já mostrou que tomou decisões importantes, como a sindicância envolvendo recente denúncia de desvio de cargas. E buscou ainda o Ipem para uma parceria estratégica para sanar estes problemas”, disse

Alep ouve Dividino a pedido de Douglas Fabrício

   O novo superintende da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Luiz Henrique Tessuti Dividino, esteve nesta segunda-feira (23) na Assembléia Legislativa para prestar informações aos deputados estaduais. O convite para a audiência partiu do deputado Douglas Fabrício (PPS).   Durante a apresentação inicial, Dividino falou sobre o plano de metas da sua gestão. Entre os pontos abordados, os projetos de expansão e de investimentos do porto de Paranaguá, além da dragagem dos canais e da bacia de evolução.  

Em seguida, os deputados puderam fazer perguntas ao superintendente. Douglas fez cinco questionamentos, envolvendo ações trabalhistas, limpeza, controle no peso nas exportações de granéis, dragagem de Paranaguá e Antonina e o funcionamento dos terminais públicos de álcool e fertilizantes.  

QUESTÕES –  O parlamentar lembrou que anualmente a APPA gasta cerca de R$ 50 milhões com ações trabalhistas, e que este foi um dos temas mais discutidos e que mais preocupou a CPI dos Portos.    Dividino explicou que algumas medidas já foram adotadas para minimizar os desvios de função e as horas extras, responsáveis pela maioria das ações justiça trabalhistas. E que a PGE está estudando um projeto que moderniza o quadro funcional da APPA.

Douglas também perguntou sobre a participação da APPA na limpeza da cidade de Paranaguá, ressaltando que a autarquia foi multada recentemente em R$ 6,7 milhões pela Justiça Federal por não cooperar na tarefa com a prefeitura.   

O superintendente informou que a intenção da APPA é eliminar os pontos de vazamentos de granéis e que o trabalho vai ser feito em conjunto com os terminais privados que operam em Paranaguá.  

Outra questão foi uma nova denúncia de diferença em volumes embarcados de grãos. O deputado Douglas Fabrício alertou que, no início deste mês, a APPA abriu sindicância para apurar uma diferença no volume de carga embarcada no navio M/V Fortune Clover. O navio chegou a Paranaguá para carregar 60,5 mil toneladas de soja com destino a China, mas o comandante alegou falta de 1,8 mil toneladas.    Dividino confirmou que o problema aconteceu. E disse que a APPA já pediu para que a Polícia Federal investigue o caso. Também anunciou que a autarquia pretende firmar parceria com o IPEM para que as balanças portuárias sejam regularmente fiscalizadas.     Ao ser questionado, Dividino também confirmou ao deputado do PPS que o porto de Antonina faz parte do plano de dragagem que está em execução no Estado. E que uma das metas da nova administração é fazer com que os terminais públicos de álcool e fertilizantes funcionem plenamente o mais breve possível.

No final, o deputado Douglas Fabrício disse ter ficado satisfeito com os esclarecimentos. “Ele está há pouco tempo no comando da APPA, mas já tomou medidas importantes no sentido de transformar os portos de Paranaguá e Antonina, tornando-os mais respeitados, eficazes e transparentes”, disse o deputado.

Douglas também adiantou que o relatório da CPI deve ser votado em breve no plenário da Alep. “Estamos com um esboço já concluído e agora vamos partir para a finalização, onde a comissão vai fazer as sugestões para modernizar os portos do Estado”, garantiu.