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Projeto que prevê maior transparência aos alunos é aprovado na Assembleia

O projeto de lei nº 265/11 prevê maior transparência aos alunos da educação superior no Estado do Paraná à medida que obriga as instituições de ensino superior que ofertam bolsas de estudos aos alunos a publicarem os critérios de concessão das referidas bolsas e a lista com os nomes dos beneficiados.

 

Na justificativa do projeto o autor, deputado estadual Douglas Fabrício (PPS), afirma que o projeto visa aumentar o conhecimento da população universitária, bem como a população em geral, acerca dos critérios de concessão e das ofertas de bolsas de estudos das instituições, fazendo com que todos possam pleitear e se beneficiar em situação de igualdade.

 

A matéria passou pelas comissões de Constituição e Justiça, Educação, Ciência/Tecnologia e Defesa do Consumidor recebendo em todas, aprovação técnica. Na tarde desta terça-feira (6) a matéria recebeu o voto favorável de todos os deputados presentes e agora segue para a sanção do governador Beto Richa.

Eduardo Requião é ouvido novamente pela CPI dos Portos

 

O ex-superintendente da Administração dos Portos e Antonina Eduardo Requião foi ouvido pela segunda fez nesta terça-feira (6) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que está investigando supostas irregularidades nos portos paranaenses.  Durante o depoimento, ele afirmou que “em Paranaguá todo mundo vive de ações trabalhistas”.

 O ex-superintendente defendeu mudanças no regime jurídico da APPA para conter o crescimento do número de ações trabalhistas, que hoje chegam a três mil e somam cerca de R$ 700 milhões. Ele também disse que a equipe jurídica da autarquia é frágil e afirmou que a autarquia precisa de um setor mais consistente pra atender as demandas da APPA.

Outro problema discutido na audiência foi indefinição jurídica da APPA. Para o ex-superintendente, a justiça precisa definir se a APPA está enquadrada no regime das empresas privadas ou do setor público porque a falta de entendimento causa confusão e demandas judiciais. Um exemplo é a discussão na justiça se a APPA precisa ou não pagar o ISS para a prefeitura de Paranaguá.

O ex-superintende também falou sobre a demissão e as denúncias feita contra ele por Leopoldo Campos. Segundo ele, o engenheiro civil foi demitido porque teria feito um levantamento de preço com valores acima de mercado. E teria ameaçado levar ao governador denúncias contra o ex-superintendente, caso fosse demitido. “O governador pediu para que o Leopoldo colocasse as denúncias no papel e depois me chamou para conversa. E eu enviei as denúncias para a polícia federal”, disse.    

O presidente da CPI, deputado estadual Douglas Fabrício (PPS),  explicou que a partir de agora os deputados vão trabalhar na produção do relatório final da comissão, além de propostas de leis para mudar o funcionamento do porto.

“O papel de um deputado é fiscalizar e investigar irregularidades. Estamos cumprindo com o nosso trabalho e queremos ir além. Vamos entregar ao povo paranaense um diagnóstico do porto e vamos criar ou mudar as leis existentes para que os erros cometidos no passado não mais ocorram”, explicou.

Convênio contempla agricultura de Campina da Lagoa

O deputado estadual Douglas Fabricio (PPS) e a prefeita de Campina da Lagoa, Célia Cabrera de Paula, assinaram convênio no valor de R$ 40 mil, destinados à aquisição de óleo diesel para recuperação de estradas do município. O recurso faz parte do Programa “Recuperação da Trafegabilidade das Estradas Rurais”, lançado pela Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab).

 

“Assim que fiquei sabendo dessa iniciativa do governo imediatamente solicitei que fossem atendidos municípios da nossa região”, ressaltou o deputado, ao lembrar que já foram liberados 130 mil litros de óleo diesel para oito cidades. Além de Campina da Lagoa, estão contemplados Farol, Barbosa Ferraz e Janiópolis, Araruna, Quarto Centenário e Iretama.

 

“Esse dinheiro é para os municípios recuperarem as estradas rurais, facilitando o escoamento da produção”, explicou o parlamentar. Além dos convênios para compra de óleo diesel, o deputado também foi informado pelo núcleo regional da Seab de outra solicitação já atendida: cerca de R$ 200 mil para compra de cinco ensiladeiras, 10 resfriadores de leite e dois kits de inseminação artificial para a região.

 

CPI dos Portos volta a ouvir Eduardo Requião nesta terça

Aviso de Pauta

 CPI dos Portos volta a ouvir Eduardo Requião nesta terça

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que está investigando supostas irregularidades nos portos de Paranaguá e Antonina retoma nesta terça-feira (06) o depoimento de Eduardo Requião.

A audiência será realizada a partir das 9h30, na sala das comissões da Assembléia Legislativa. A primeira parte do depoimento do ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) foi realizada na quarta-feira passada (30).

Um dos temas que deve ser abordado pelos deputados amanhã é o crescimento do número de ações trabalhistas durante a gestão de Requião. Segundo o ex-procurador Alaor Ribeiro dos Reis, em 2003 elas chegavam a mil e hoje somam três mil ações, um aumento de 200% nos últimos oito anos.  

Deputado Douglas participa de audiência no TJ

O deputado estadual Douglas Fabrício integrou a comitiva de lideranças de Campo Mourão nesta quarta-feira (30) em audiência no Tribunal de Justiça do Estado. Na pauta várias reivindicações, entre elas a elevação da comarca de entrância intermediária para final.

 Durante o encontro o presidente do TJ, desembargador Miguel Kfouri Neto, sinalizou pela liberação de mais uma vara cível para a comarca, além de assumir o compromisso pessoal de empenhar-se para que até 2013 seja instalada também uma Vara de Execuções Penais em Campo Mourão.

O deputado destacou a importância do encontro para a região e manifestou apoio integral ao movimento encabeçado pelo Judiciário local. “Essa reunião já pode ser considerada muito positiva e claro que continuaremos empenhados para que nossa comarca seja elevada de categoria”, frisou o parlamentar.

Gazeta do Povo: Porto tem “indústria de ações”, afirma ex-diretor

Na segunda parte de seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos, o ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) Daniel Lúcio de Oliveira Souza, disse ontem que há uma “indústria de ações trabalhistas” dos servidores da autarquia. Ele também criticou o modelo “ultrapassado” de gestão portuária no Paraná adotado pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB).

“Propus o fim da autarquia e a criação da uma empresa de economia mista, nos moldes da Copel, para administrar os portos. Também defendi o fim dos silos e dos terminais públicos e a readequação dos servidores da Appa. Porém, ideologicamente o Requião nem considerava estas hipóteses”, afirmou.

Ações

Interrompido na semana passada por falta de tempo, o depoimento de Oliveira se concentrou ontem nas inúmeras ações trabalhistas de servidores contra a Appa. Segundo levantamento da CPI, os processos custam até R$ 50 milhões anuais. Para Oliveira, a legislação que regula as carreiras dos servidores do porto é uma “colcha de retalhos”, pois mistura regras que valem para servidores do regime estatutário com regime dos trabalhadores celetistas e dá margem para a má-fé dos funcionários.

Para Oliveira, se a CPI não criar um novo marco regulatório para os portos poderá, no futuro, haver um passivo previdenciário insuportável para o estado. Ele disse também os motivos que levaram a seu rompimento com o ex-superintendente que o precedeu na Appa, Eduardo Re­­quião. Ele afirmou que não fala com o irmão do ex-governador Requião desde 2009, quando Eduardo teria interferido em um processo de classificação de grãos no porto. A expectativa é de que Eduardo Requião compareça à reunião da CPI hoje pela manhã

Eduardo Requião presta primeiro depoimento à CPI dos Portos

O ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina Eduardo Requião denunciou nesta quarta-feira, durante depoimento à CPI dos Portos, um suposto esquema de evasão de divisas do país que funciona em no porto de Paranaguá. E disse que a Polícia Federal, o Ministério Público federal e os empresários que operam em Paranaguá conhecem a prática.

  O ex-superintendente explicou que o crime acontece através da multa de cerca de R$ 25 mil que é cobrada diariamente de cada navio que fica estacionado na fila desembargue após o quinto dia parado, a chamada demurrage ou sobreestadia.

Segundo Requião, o responsável pelo pagamento da taxa é o importador ou contratante do navio e quem a recebe é o armador da embarcação. O total diário arrecadado chegaria a US$ 1,5 milhão e o problema, segundo ele, é que não há controle das autoridades brasileiras sobre esse valor. “Quem é que não sabe disso em Paranaguá? Todos sabem, a Polícia Federal o ministério Público Federal, porque eu denunciei”, afirmou.   

Eduardo disse que, em média, a fila para desembarque em Paranaguá chega a 60 navios, e que não há justificativa para isso porque todo o sistema de operação portuário funciona on line.  “O que faz um importador deixar um navio parado por tanto tempo se é possível ter informação da fila de entrada e de espera do porto através da internet? É uma questão que precisa ser investigada”, questionou.

Outra denúncia do ex-superintendente é que uma empresa ligada a Eike Batista teria recebido da APPA, sem licitação, o direito de explorar cem mil metros quadrados do porto de Antonina. A indústria atua no ramo de plataformas e vai atender multinacionais ligadas ao pré-sal.  

Eduardo revelou ainda que a suspensão do contrato com a empresa de dragagem Bandeirantes, o ocorrida em 2003, foi tomada porque o equipamento não estava em condições de uso. Mas que acabou sendo obrigado a honrar os pagamentos porque a justiça reconheceu o direito da empresa. Segundo ele, a APPA havia feito um contrato securitização de 60 meses com a empresa e pagava R$ 800 mil por mês pelo serviço.

Ele  afirmou que não participou da tentativa de compra de uma draga porque já não era o superintendente da APPA, mas disse acreditar que o preço não estava superfaturado e defendeu a criação de uma empresa estatal de dragagem no país.

O ex-superintendente admitiu que fez uma gestão polêmica e que só conseguiu fazer algumas mudanças no funcionamento da APPA porque é irmão do governador. “Fiz o que fiz porque sou irmão do governador Requião. Ninguém fará ou faria o que nós fizemos pelo porto”, disse.

O presidente da CPI, deputado estadual Douglas Fabrício (PPS), lembrou que este foi o primeiro depoimento Eduardo Requião e que volta à CPI para explicar temas como a construção dos terminais públicos e as ações trabalhistas.  

“O depoimento dele ainda não está completo e precisamos aprofundar temas importantes para o trabalho da CPI que não estão sendo investigados pela polícia federal. Nosso objetivo é promover mudanças significativas no Porto para que erros cometidos no passado não voltem a ocorrer”, disse Eduardo Requião volta a depor na próxima terça (6).

CPI dos Portos aprofunda discussão sobre ações trabalhistas com ex-superintendente da APPA

Pela segunda vez o ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Daniel Lúcio de Oliveira Souza, compareceu à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos, na Assembleia Legislativa. O depoente esclareceu os parlamentares e respondeu questionamentos sobre ações trabalhistas envolvendo os portos, em reunião que aconteceu na manhã desta terça-feira (29). O ex-superintendente reafirmou a posição de que o atual modelo de gestão da APPA, uma autarquia, está ultrapassado, sendo necessária a reformulação para uma empresa de economia mista.

 

Sobre as ações, Souza disse à CPI que no período em que comandou a APPA, entre 2008 e 2010, não admitiu que funcionários estivessem em desvio de função, fator especialmente determinante para o ajuizamento de ações trabalhistas. Segundo ele, muitos interesses estariam também por trás das investidas nos tribunais. “Eu chamo o Porto de indústria de ações trabalhistas porque existem muitas conivências, tanto internas como externas. É preciso pensar no fim da autarquia. Ela deveria ser empresa de economia mista. Na minha gestão não deixei haver desvio de função para não permitir demandas trabalhistas”, afirmou.

 

Os procedimentos ambientais no Porto também motivaram indagações dos deputados. De acordo com o ex-superintendente, a APPA realizou todos os procedimentos necessários e legais dentro da sua possibilidade de atuação. “Os resíduos de operação portuária são de responsabilidade do operador, conforme determina a lei. A APPA não tem relação contratual com as duas empresas, quem opera e quem faz a limpeza. E é preciso estar com as licenças em dia. A APPA exige tão somente que seja feita a limpeza”, afirmou.

 

 

Balanço – Para o presidente da CPI, deputado Douglas Fabrício (PPS), o segundo depoimento do ex-superintendente foi importante porque permitiu aprofundar o debate sobre a situação do porto na gestão passada, principalmente para, em seguida, ao final dos trabalhos da comissão, sugerir melhorias na gestão. “Ele trouxe uma série de informações para contribuir com a CPI e auxiliarmos o porto. Quando a gente fala em ações trabalhistas, a gente percebe que muito dinheiro está sendo pago, tirando da arrecadação do porto o que poderia ser investido no próprio porto, em melhorias substanciais”, avaliou o parlamentar.

 

Para esta quarta-feira (30), a expectativa é que o ex-superintendente da APPA, Eduardo Requião, compareça à reunião da CPI, que acontece às 9h30, novamente na Sala das Comissões do Legislativo.

 

Participaram da reunião desta terça-feira, além do presidente da CPI, Douglas Fabrício, os deputados Fernando Scanavaca (PDT), Rasca Rodrigues (PV), Evandro Junior (PSDB) e Jonas Guimarães (PMDB)

 

por Rodrigo Rossi (ALEP)

Douglas elogia aumento de 85% com segurança pública

O deputado estadual Douglas Fabrício (PPS) elogiou nesta segunda-feira (28), durante sessão na Assembléia Legislativa, a previsão do governo Beto Richa de aumentar em 85% os gastos com o setor de segurança pública, conforme o Plano Plurianual para o período 2012-2015. O PPA foi aprovado por 51 votos. Douglas votou a favor do projeto.

Ao todo, o executivo prevê gastar R$ 139,5 bilhões até 2015. A educação básica ficará com R$ 21 bilhões (29,8%), a saúde receberá R$ 12,5 bilhões (17,8%) e a segurança pública ficará com R$ 9,9 bilhões (14,1%).

Douglas lembrou que, durante o primeiro mandato, já vinha alertando para a necessidade de se aumentar os investimentos em segurança pública. Mas afirmou que o governo passado simplesmente se recusava a ouvir os apelos dos deputados e da sociedade paranaense.

“O aumento dos gastos demonstra claramente que o Beto está olhando a segurança com carinho e com respeito. E comprova também que quando existe vontade, o benefício acontece”, disse.

O deputado também ressaltou a importância da emenda 29 (PEC 64), que inclui no PPA a previsão de remuneração aos integrantes da Polícia Militar, e da emenda coletiva da Comissão de Segurança que destina R$ 150 milhões para melhorar o salário dos policiais civis.

“Segurança pública se faz com pessoas. Precisamos sim melhorar a infraestrutura das policias militar e civil, mas é preciso também investir no aumento dos salários daqueles que tem como obrigação zelar pela vida dos paranaenses no dia-a-dia”, disse.

JUDICIÁRIO: Deputados Douglas e Rubens apóiam movimento por elevação de entrância

Os deputados do PPS, Douglas Fabrício (estadual) e Rubens Bueno (federal) reuniram-se com juízes da comarca de Campo Mourão nesta sexta-feira (25) para manifestar apoio ao movimento que defende a elevação da comarca de entrância intermediária para final. A reunião foi realizada no Fórum, com a presença dos juízes Juliano Albino Mânica, Luzia Grasso Ferreira e Edson Jacobucci Junior, além do promotor Fernando Augusto Barbugiani, que representou o Ministério Público. Os juízes expuseram as dificuldades enfrentadas pelo Judiciário e da necessidade de pelo menos mais uma Vara Cível para Campo Mourão, além de uma Vara de Execuções Penais. Como a cidade também terá um Centro de Ressocialização Penitenciário, os magistrados acreditam que há grandes chances do Tribunal de Justiça atender a reivindicação. “Com essa parceria das forças políticas locais e conhecendo a influência dos senhores junto ao governo do Estado, temos grandes chances de sensibilizar o TJ”, argumentou o juiz Albino Mânica. Os dois parlamentares destacaram a importância do movimento para a região e assumiram o compromisso de apoiar a iniciativa, que começa com uma audiência no Tribunal de Justiça, na próxima quarta-feira. O deputado Rubens Bueno explicou que não poderá estar presente na reunião em razão dos compromissos do mandato em Brasília, mas prontificou-se a fazer contato com o presidente do TJ e outros membros do Judiciário com influência nessa decisão. O deputado Douglas Fabrício, que também tem compromisso na quarta-feira na condução dos trabalhos da CPI dos Portos da Assembleia Legislativa, disse que fará o possível para participar da audiência. “Tanto estaremos juntos ajudando nessa articulação como para garantir a aprovação quando a matéria tiver que ser votada no Legislativo estadual”, frisou o parlamentar.